Slowly marchin on

“Se houver amor em sua vida, isso pode compensar muitas coisas que lhe fazem falta. Caso contrário, não importa o quanto tiver, nunca será o suficiente.” — Nietzsche

Errei, erro e vou continuar errando, mas nunca vou carregar comigo o orgulho de não pedir perdão e de não perdoar, pois como foi bem dito por Caio Fernando de Abreu “Não guardo nem dinheiro vou guardar magoas?” Claro falar é fácil, difícil é por em prática, não é difícil não! Basta você ser mais forte que isso, ser superior, sobrevoar os erros! E realmente esquece-los! Esquece-los no sentido de não mais te afetarem, pois eles sempre vão estar na sua memória, ela não foi desenvolvida para você apertar Shift+Delete sobre a situação na qual você não quer mais lembrar! Então viva! Se alguém errou com você perdoe, se você errou com alguém peça perdão, pois amanhã ou depois o seu tempo aqui pode ter acabado e você poderá ter perdido a oportunidade de corrigir seus erros… Nesses últimos meses tenho pensado muito sobre a vida, sobre qual a sua finalidade e não obtive nenhuma resposta, apenas conjecturas. Mas cheguei a conclusão que não devemos nos preocupar com isso, ainda. Pois como foi dito por Platão “Somente os mortos sabem o que é a guerra.” Então não se preocupe tanto em querer saber o porque disso tudo, apenas viva e viva amando, fazendo o bem, sem guardar nenhum tipo de sentimento ruim no coração, pois esses sentimentos não te trazem nenhum bem, muito pelo contrario, eles atrofiam seu coração e te desgastam dia após dia! Por isso se as pessoas não mudam, então mude o jeito de vê-lás! Veja apenas os pontos positivos, por que pontos negativos todos temos e sempre teremos, então prátique isso! E ame!
Gustavo Camargo
- mãe fui ali me afogar!

- mãe fui ali me afogar!

Achava que tudo isso lhe concedia o direito de permanecer ocioso, julgando-se privado de toda e qualquer perspectiva de futuro, incapaz de encontrar um ponto de apoio para apegar-se às coisas da vida ordinária. Assim, abandonando-se inteiramente aos próprios sentimentos, às idéias extravagantes, e, ao mesmo tempo, a uma paixão sem remédio; na eterna e dolorosa monotonia de suas relações com a criatura amada, junto da qual encontrava repouso; lutando violentamente contra suas forças, consumindo-as sem objetivo e sem esperança, dia a dia caminhava Ele para um fim lamentável.
Goethe, Os Sofrimentos do Jovem Werther. 
Cerejeiras em Flor (2008)

Cerejeiras em Flor (2008)